sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Os aspectos papais do chifre pequeno de Daniel 8

E fez-se grande até mesmo para o Príncipe do exército, e dele foi tirado o serviço contínuo, e o fundamento do seu santuário foi deitado abaixo. E lhe foi dado um exército contra o serviço contínuo causando transgressão, e lançou a verdade por terra, e foi bem sucedido e prosperou.
Daniel 8:11-12 (tradução Dr. Gerhard F. Hasel)

Para ouvir esse sermão apenas clique em Play


Essa é uma mensagem sobre os aspectos papais do chifre pequeno em Daniel 8. Após a contextualização ampla presente nas mensagens (o centro do livro de Daniel - 8:9-14; e Os aspectos pagãos do chifre pequeno em Daniel 8), essa mensagem trata do ataque vertical do chifre pequeno igualando-se ao príncipe do exército e guerreando contra a verdade de Deus! Que essa mensagem sirva de esclarecimento doutrinário com base profética e conduza aqueles que a ouvirem a compreender a seriedade dos assuntos nela abordados!


Graça e Paz!!!

4 comentários:

Ezequiel Gomes disse...

amado "Fé pela razão" - esse post é sobre "os aspectos papais do chifre pequeno de Daniel 8" - se você quiser discutir sobre o conteúdo desse post sua opinião será mantida nos comentários, se você quiser falar sobre índios espere eu postar algo sobre índios e então você dá a sua opinião! ok? ótima noite!

Fé pela Razão disse...

Caro amigo Ezequiel; tudo bem?
Olha, hoje invado seu espaço por um motivo diferente do das outras vezes. Não quero discutir sobre índios, Cabral, chifre pequeno ou qualquer outro motivo. Invado seu espaço apenas para pedir desculpas; isso mesmo, sinceras e verdadeiras desculpas.
Sabe amigo Ezequiel, afinal, quem sou eu para achar o que é certo ou errado em relação à interpretação da Bíblia ou no que as pessoas acreditam?
Caro amigo, durante todo este tempo que estivemos discutindo, ou melhor, que eu te provoquei, não me sentia bem; achava que havia te colocado em uma "sinuca", que havia vencido a "batalha das provocações", porém, quem perdeu fui eu.
Como eu te disse, você sabe que eu sou Espírita.
Bem, na semana passada, conversando com o meu amigo Gilberto, que é médium lá no Centro que eu frequento, sobre nossa discussão, ele abanou a cabeça e me disse:
Franco, me diga só uma coisa:
Você acha que "ganhou" a discussão?
Tudo bem, e que mais você ganhou?
O que você sente, quando alguém fala que o espiritismo, como costumam frequentemente dizer, é a religião do mal? Você fica contente, você parou para pensar que com isso você magoa as pessoas e faz delas suas inimigas? Será que precisamos de inimigos; já não existem pessoas que, sem que lhe façamos mal algum nos odeiam? Porque buscar novos inimigos? Quem nos garante que a nossa crença é a certa e a deles errada?
Abra o livro "Evangelho segundo o Espiritismo",cap. IV, nº 10 e veja qual é uma das nossas máximas. Leia e reflita.
Fui para casa e li:
"Assim diz hoje o Espiritismo aos seus adeptos: Não violenteis nenhuma consciência; não forceis ninguém a deixar a sua crença para adotar a vossa; não lanceis o anátema sobre os que não pensam como vós. Acolhei os que vos procuram e deixem em paz os que vos repelem. Lembrai-vos das palavras do Cristo: antigamente o céu era tomado por violência, mas hoje o será pela caridade e a doçura".
Realmente, me senti um verme. Eu, que achava que "entendia" o que era Espiritismo, não conhecia era NADA; vivia de orgulho e soberba.
Portanto, amigo Ezequiel, mais uma vez peço que me desculpe pela arrogância a pseudo-autosuficiência.
Continue firme na sua fé e que Deus nos abençoe.

Fé pela Razão disse...

Tô perdoado?

Fé pela Razão disse...

Perdoa agora, hoje e amanhã, incondicionalmente. Recorda que todas as criaturas trazem consigo as imperfeições e fraquezas que lhe são peculiares, tanto quanto, ainda desajustados, trazemos também as nossas.
Chico Xavier

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