sábado, 13 de fevereiro de 2010

Os lábios da mulher adúltera...

"Porque os lábios da mulher adúltera destilam favos de mel, e as suas palavras são mais suaves do que o azeite. Mas o fim dela é amargoso como o absinto" Prov 5:3-4

Ninguém é seduzido ao mal pelo mal.
O mal é naturalmente algo de que nos afastamos e que não desejamos. E isso é verdade em relação à maioria das pessoas.
Poderás comprovar isso ao sair oferecendo às pessoas: doenças, mortes trágicas, fome e miséria, infelicidade e perdição, e coisas do gênero.
Todos responderão: Não! (e não acrescentarão obrigado!)
Ninguém quer o mal e é por isso que Satanás o disfarça de bem.
O prazer, a felicidade, a glória humana, a paz, a alegria e a satisfação, dentre muitas outras coisas boas, são as máscaras pelas quais o diabo mascara o pecado.
Nesse ponto o pecado sexual é explorado ao extremo e muitos seres humanos trocam a lei de Deus pelo pecado, a salvação pela perdição e a felicidade verdadeira pela infelicidade em troca dele!
O sexo é algo maravilhoso e criado por Deus, mas deturpado se torna uma das maiores maldições e armadilhas à felicidade humana.
Somos seres sexuais, sim , mas mais que isso, somos sentimentais, emocionais, psicológicos, familiares, sociais, e espirituais. E o sexo deturpado corrompe todas essas estruturas humanas e as reduz ao pó e as joga no lixo colocando em seu lugar apenas uma ilusão de satisfação e um ídolo a ser adorado.
Satanás se esforça por tornar o pecado sexual em algo desejável e denominado amor.
Os lábios que nos convidam ao pecado, às vezes parecem adocicados com mel. E eles emitem palavras agradáveis e convidativas. Mas o que lhes responderemos?
Espero que nossa resposta seja: Não! (e não acrescentaremos obrigado!)
amem!

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Louvor!

"Louvai ao Senhor, porque é bom e amável cantar louvores ao nosso Deus; fica-lhe bem o cântico de louvor" Salmo 147:1

Cantar ao Senhor! uma experiência boa e amável! você crê nisso?
A música é algo presente de forma marcante e constante no meio cristão. O louvor é a atmosfera que envolve e se manifesta nos cultos e reuniões, e todos têm músicas favoritas e que marcaram épocas e decisões espirituais. Essas músicas nos inspiram e alegram, comovem e animam, e nos fazem lembrar "quão grande é Deus"...
E nessa reflexão eu gostaria de perguntar: O louvor verdadeiro, esse que marca e que é uma expressão sincera e consciente de agradecimento e engrandecimento do nome de e do caráter de Deus, surge na alma humana de que forma?
Louvar é mais que cantar! E pior que isso: muitos conseguem cantar as músicas cristãs mas sem louvar a Deus agradecendo e engrandecendo seu poder e amor. Eles são afinados, sabem as letras e melodias e cantam, mas não louvam.
Digo isso, não por qualquer capacidade de julgar dentro de uma congregação ou de um universo de músicos que se dizem cristãos, quem louva de coração ou não ao Senhor, mas digo isso por que muitas pessoas que cantam supostamente para Deus em cultos e em grupos já testemunharam de serem capazes de fazer isso sem nenhuma comunhão ou reverência amorosa para com Deus.
Muitos relatam seu processo de verdadeira conversão e dizem. Eu estava na igreja e cantava! mas não louvava o Senhor! agora eu conheço a Cristo e louvo seu nome!
Esses testemunhos, que não são poucos, nos fazem refletir sobre o fato:
Louvar é mais que apenas cantar! é cantar em louvor!
E todos podemos louvar a Deus, mesmo os que não podem cantar bem dentro de alguns padrões de afinação e ritmo encontrados na experiência musical humana.
Isso me leva às páginas da Bíblia e vou até o primeiro relato de louvor registrado de forma clara...
O cântico de Moisés, em Êxodo 15
Mais do que analisar o texto desse cântico, é importante analisar o contexto histórico dentro do qual ele existiu...
Israel, o povo de Deus foi escravo por 400 anos...
Poucos de nós teríamos condições de realmente de avaliar o quão pesado para um povo possa ser essa experiência. Nunca fomos escravos no sentido em que eles foram escravos. Nem mesmo os descendentes dos negros que foram escravos há relativamente pouco tempo atrás na história sabem realmente o que significa ser escravo na "prática".
Falamos da escravidão da mídia e dos modelos de beleza e sucesso. Falamos da escravidão ao dinheiro e ao prazer. Falamos da escravidão à sentimentos e emoções das quais às vezes achamos difíceis nos livrar, como a paixão (confundida com "amor"), a raiva ou outras diferentes.
Mas poucos de nós têm noção real do que seja ser curvado debaixo de um trabalho degradante, duríssimo, violento, forçado e humilhante.
O povo de Israel viveu essa experiência, e Deus mesmo foi visitá-los para os libertar.
Eles não tinham mínimas condições de se libertarem por eles mesmos e Deus pessoalmente desceu e usou instrumentos poderosos para fazer seu povo sair do Egito.
Os guiou por um caminho que os levou até um beco sem saída. E muitos murmuravam e duvidaram.
E Deus os livrou de forma magnífica!
E nesse contexto o povo louva ao Senhor.
O louvor de coração e verdadeiro, brota da experiência com Deus.
Essa experiência nos faz vibrar de amor, confiança e fé. E o louvor brota em meio à lágrimas, risos, e sentimentos de gratidão e fé, e de certeza do amor de Deus.
Que você possa olhar para a sua vida e ver a obra do amor de Deus desde teu nascimento e até hoje e confiar nessa obra para teu futuro.
E que dessa experiência brote teu louvor ao Senhor...
amém

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Justificação pela fé e julgamento pelas obras... como é?


A justificação pela fé e o julgamento pelas obras são duas doutrinas claras na Palavra de Deus

Muitos afirmam a contradição essencial entre as duas doutrinas, e muitos teólogos tentam minimizar as tensões aparentes ou essenciais entre essas duas questões de várias maneiras geralmente diminuindo a importância ou da justificação pela fé, ou do julgamento pelas obras...

Estou trazendo uma tradução de uma série de artigos relacionados a esse tema que formam uma unidade de sentido e elucidam muitas perspectivas bíblicas diferentes e as reúne em um todo coerente com a verdade. Esse artigo está disponível no site do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Conferência geral (para acessá-lo clique aqui!) E espero que ele seja muito útil a todos que amam a Palavra de Deus!!!

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

O Sábado e o consumismo...


Air Asia - companhia aérea asiática
Apelo a uma sociedade consumista e tecnológica



Lembra-te do dia de sábado para o santificar (Êxodo 20:8)

O mandamento do sábado é um mandamento que trata diretamente da questão do trabalho, e o faz no contexto de regulamentar o descanso e de ajudar o ser humano a se concentrar no que realmente importa que é a sua relação com Deus e com as pessoas a quem mais se ama!
O consumismo e o espírito que lhe encoraja e mantém representa uma ameaça a confiança fiel a Deus e desloca a mente humana apenas para o que é passageiro e efêmero nesse mundo


Graça e Paz  


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sábado, 23 de janeiro de 2010

Aqueles sobre quem o fim dos séculos têm chegado!

"estas coisas lhes sobrevieram como exemplo e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado" 1 Cor 10:11


Paulo está escrevendo para cristãos.
Depois de relatar muitas histórias do povo de Israel ele nos lembra de que aquelas coisas foram relatadas para nos advertir do destino daqueles que amam o pecado a despeito de serem conhecidos como "povo de Deus".
O Povo de Israel era o povo de Deus, da mesma forma como hoje o povo de Deus são aqueles que têm em Cristo Jesus um Salvador e um Senhor.
Porém, da mesma maneira que antes, a participação meramente teórica e não sincera dessa comunidade não livra alma da presença de Satanás e do pecado.
O apóstolo Paulo declara isso quando relembra que pessoas que passaram pela "nuvem" e pelo mar vermelho no antigo testamento (símbolos tipológicos do batismo no qual nos entregamos a Cristo) ainda assim viveram em france apostasia e rebelião contra Deus e não foram salvas e nem agradaram a Deus em suas vidas (1 cor 10:5-6) e receberam a morte como resultado natural disso (Rom 6:23).
Dentre vários exemplos, Paulo nos adverte a cuidar com:
A idolatria. (1 cor 10:6-8)
Hoje somos uma sociedade e uma igreja tão idólatra ou mais que naqueles tempos.
As coisas e certas pessoas tomam o lugar que deveria ser de Deus em nosso coração. E muitas vezes não percebemos.ou pelo menos não nos horrorizamos diante desse fato.
Paulo descreve a idolatria como infidelidade e imoralidade e vivemos em um momento da história onde cada vez mais a atmosfera sensual e de diversão força sua entrada e permanência entre nós, seduzindo, arrastando, contaminando e destruindo muitas pessoas batizadas que se acham cristãos fiéis e nascidos de novo.
A murmuração. (1 cor 10:9)
Os exemplos da murmuração do povo de Israel são clássicas e enchem a todos de espanto. Mas muitos de nós temos caprichosamente praguejado e murmurado constantemente por não termos nossas vontades e sonhos realizados em um passe de mágica pelo Senhor.
Muitos têm enfrentado a vida com uma disposição negativa e maligna ao mesmo tempo em que professam crer nos registros sagrados que Deus nos deixou para nos conduzir a Salvação.
A comunhão com os demônios (1 cor 10:16-22)
Satanás não é tão feio ou burro com alguns precipitadamente o julgam. E isso é um fato verificável pela quantidade de pessoas que se entregam às conversas inúteis e baixas e aos sentimentos sombrios e malignos ao mesmo tempo em se propõem a adorar a Deus.
Vemos as profecias se cumprindo e vemos em nós erros já cometidos no passado do qual ainda não estamos livres.
Ninguém se julgue livre de perigo (1 cor 10:12) e ninguém pense poder brincar com o mal enquanto vivemos os últimos segundos da história do pecado.
Satanás nos rodeia bramindo como leão buscando a quem tragar e não nos oferecemos a ele
ou estou errado?
Que sejamos fortes e fiéis, e corajosos para rejeitar tudo que não traz as insígnias de Cristo! e para estarmos em pé diante do filho de Deus!!!

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Detestai o mal!


"O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem" Romanos 12:9
O amor é o chamado de Deus aos homens. E esse amor consiste numa realidade tão sublime e tão acima de tudo que geralmente as pessoas pensam a esse respeito, que o apóstolo resolve esclarecer algumas coisas àqueles homens e mulheres tão amados e amadas do céu.
Para que esse conselho, de que o amor fosse puro e sem hipocrisia, fosse relevante aos cristãos em Roma seria necessário que Paulo soubesse por experiência própria e inequívoca que existiam pessoas se dizendo cristãs, assegurando amar a Deus e amar às pessoas, e sentindo-se fiéis e seguras, mas de forma falsa e hipócrita dentro daquela comunidade.
Um paralelo profundamente perturbador é a condição dos cristãos no mundo de hoje.
Pessoas pretendem amar, mas seu amor por Deus e pelos seres humanos não é amor, mas apenas palavras que expressam seu conceito teórico e experimental distorcido, maligno e falso do que é o amor.
Pretendemos amar enquanto não somos pacientes com Deus, esperando dele todas as respostas e a direção para nossas vidas em todos os aspectos (1 cor 13:5)
Pretendemos amar enquanto não somos bondosos em nossos conceitos e visões sobre aqueles por quem cristo deu a vida, e em vez de enxergarmos nas pessoas candidatos ao céu, temos enxergado pessoas perdidas e inconvenientes quando não nos satisfazem as exigências e caprichos. (1 cor 13:5)
Pretendemos amar a Deus enquanto nos alegramos com as injustiças e vivemos dando risadas das realidades demoníacas que nos cercam, seduzem, atraem, e destroem. (1 cor 13:6)
Pretendemos amar, mas tantas vezes nos tornamos hipócritas!!!
em vários sentidos
E por isso, em suas palavras inspiradas Paulo exorta nesse contexto:
DETESTAI O MAL !!!
Vocês que querem amar a Deus e os seres humanos, odeiem, tenham nojo, detestem o mal! seja qual for...
Não há como amar a Deus e às pessoas se não olharmos com horror, nojo, decepção, e ódio o pecado.
Tanto o nosso próprio pecado quanto os pecados dos outros.
Não é terrível trocar a lei de Deus pelo pecado? o céu pelo inferno?
E devemos detestar, odiar de todo nosso coração o fato de que muitos de nós e ao nosso redor estão fazendo exatamente isso!!!
Essa realidade é tão pesada e profundamente terrível que tentamos suavizar as coisas em nosso coração e perceber as coisas boas de tudo e de todos ao nosso redor.
Vemos pessoas que odeiam a Cristo, de forma inequívoca e explícita dentro ou fora da igreja, com bons olhos e não odiamos o que eles escolheram e é assim que satanás pretende colocar em nós o mesmo espírito e as mesmas coisas que há na vida deles.
Se não detestamos a imoralidade sexual nos outros, por que a odiaríamos e rejeitaríamos em nós mesmos?
Se não detestamos os palavrões, mentiras, idiotices e blasfêmias das pessoas por que nos sentimos diferentes delas de alguma forma?
Se não detestamos a superficialidade espiritual em relação às coisas de Deus o que nos faz pensar que não somos exatamente superficiais em nossa relação com Deus?
Não prego que devemos detestar as pessoas...
Jamais!
Deus as ama e sua lei é que as amemos eternamente!
E quem desisti de assim fazer desiste do céu.
Mas ai daqueles que pretendem ir ao céu enquanto fecham os olhos ao mal, não o detestam, e o justificam em nome de uma visão bondosa daqueles que odeiam a Jesus Cristo em tudo que pensam, falam e fazem.
Que o Espírito Santo de Deus possa ter a liberdade, em tua vida e na minha, para agir de forma que nossos olhos possam ser abertos e contemplemos o mal com nojo pelo fato de que ele é podre ao extremo e jamais foi ou será inocente ou natural.
Detestemos o mal, pois dele jamais nos veio qualquer bem.
Todo dom perfeito vem de Deus, e dele não vem a escravidão, a decepção e a morte eterna. Pelo contrário, essas coisas vem do inimigo de Deus e não podemos permitir que ele coloque em nós o mal através de seus "produtos" tão competentemente disfarçados de prazer, e satisfação e felicidade e até de amor!!!
Desejo-vos sabedoria, força e salvação eterna. (tudo que desejo para mim mesmo)
A paz de Cristo Jesus, que excede todo entendimento seja com vocês todos e todas...
amém

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sábado, 19 de dezembro de 2009

A paz do mundo e a Paz de Cristo



“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração nem se atemorize”. João 14:27

Jesus Cristo, Senhor do universo e Salvador da humanidade está diante de seus discípulos. Em breve enfrentará o inferno e a morte entregando-se pela redenção da humanidade para perdão dos pecados. E nesse momento ele oferece àqueles corações a paz que nele reinava.

Como viver em paz num mundo como o nosso? Era o mundo onde Jesus vivia diferente deste mundo onde vivemos hoje.

Os relatos da maldade humana e satânica registrados no Velho e Novo Testamento deixam claro que não. Jesus viveu no mesmo mundo corrompido e maculado pelo pecado e ainda assim viveu o que poucos de nós conhecemos, a Paz que excede todo entendimento (Filipenses 4:7). E essa perfeita paz ele ofereceu a seus amigos.

Em contraste com a paz de Cristo está a paz do mundo. Mas de que forma o mundo oferece paz? Se oferece, de que espécie é esta “paz”?

O mundo jaz no maligno (1 Jo 5:19) e como ele oferecer paz?

A paz do mundo é a ilusão de que não há Deus (Salmo 14:1), nem pecado, nem morte eterna. Nesta ilusão as pessoas se cercam de filosofias e religiões e estilos de vida que as aprisionam em uma atmosfera intelectual de ceticismo e numa condição de morte espiritual e elas têm paz! A paz de não ter responsabilidade, a paz de não se arrepender, a paz de não ter que mudar de rumo, a paz de poder não amar a Deus ou as pessoas ou a si mesmas.

Essa é a paz do mundo.

Em Cristo, porém, a paz adquire dimensões tão mais sublimes quanto o céu é mais sublime do que a terra. A paz de Cristo é a consciência de que apesar de toda aflição que experimentamos neste mundo a vida é uma experiência maravilhosa que tem um sentido muito especial (conhecer a Deus, conhecer aos outros e conhecer a si mesmos em amor eterno). Desse prisma é ótimo sermos pessoas responsáveis, dedicadas e esforçadas pelo bem e que se arrependem e se desviam do mal e isso é a verdadeira paz.

O antagonismo entre a paz de Deus e a paz do mundo é absoluta e não podemos desfrutar de ambas da mesma forma como não podemos servir a dois senhores (Mateus 6:24).

A paz de Cristo se manifesta numa alma através do conhecimento teórico e prático da verdade. Por que em Cristo só o que tem valor é a fé que atua por meio do amor (Gálatas 5:6). É o Espírito de Deus que conduz os escolhidos do Pai neste caminho que conduz à Glória eterna, até as portas de Jerusalém celestial.

Que a paz de Cristo seja o árbitro em nosso coração que nos revele as grandezas do Pai que do nada criou tudo por amor de nós. Que a paz de Deus nos inspire confiança e fé na certeza de que não estamos sozinhos apesar de todas as circunstâncias terrenas teimarem em provar o contrário. Que a paz de Jesus Cristo seja em você e em mim desde agora e para todo o sempre. Amem!

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