quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

10 maneiras de glorificar a Deus no cinema

Esse texto despretensioso não tem por objetivo discutir se o cristão “deve” (ou não) ir ao cinema, nem incentivar ninguém a ir. Esse texto simplesmente pressupõe que muitos cristãos, inclusive adventistas do sétimo dia, vão ao cinema e diante desse fato eu escrevi sobre 10 maneiras de glorificar a Deus nesse famigerado ambiente de cultura e entretenimento. Essa lista não é, nem de longe, exaustiva, mas representativa dos princípios gerais que devem nortear o consumo de praticamente qualquer produção midiática feita num mundo caído.

1- Se você vai ao cinema, decida de antemão a jamais “divinizar” a indústria do cinema, sua filosofia ou estilo de vida ou seus diretores, atores e atrizes. Eles não podem nem devem guiar sua vida e exigir sua devoção acima de qualquer coisa. Essa indústria é humana e imperfeita como tudo o que é humano é imperfeito. Somente o verdadeiro Deus é digno de ser o centro de nossa adoração (Ne 9:6) e somente Ele é capaz de oferecer sentido seguro à nossa existência (Sl 48:14). Nunca troque sua relação com Deus por NADA nem NINGUÉM.

2- No cinema, percebe-se as “imagens” idealizadas por seus criadores de forma a fundamentarem e refletirem seus conceitos de: sucesso; alegria; poder; medo; beleza e inúmeros outros. Mesmo conceitos mais complexos e profundos como: moralidade, ética, geopolítica, psicologia, filosofia e teologia são retratados de muitas formas por tal indústria, a maioria delas enviesadas numa direção contrária à da cosmovisão bíblica. Ainda que você vá ao cinema regularmente (ou não tanto) jamais aceite quaisquer “imagens” acriticamente e jamais confunda o bem e o mal (Is 5:20). Compreenda a cada uma delas da melhor forma possível e as rejeite e denuncie sempre que estiverem em contradição com a verdade revelada por Deus através de sua Palavra, de seu Filho e de seu Espírito.

3- Quem vai ao cinema não demora a perceber que Deus é um “tema” quase sempre presente nos filmes de forma explícita, mas perceberá também que frequentemente Ele é retratado de forma irreverente e/ou blasfema. Essa é uma das maiores razões para que o cristão pense e repense sua “comunhão” com essa indústria em sentido geral, mas tal não implica em que seja necessário rejeitar por completo a ida ao cinema. A Bíblia também traz descrição de pessoas tolas que negam a existência de Deus (Sl 14:1) ou de inimigos que lhe blasfemam o nome (Sl 74:18), e nem por isso rejeitamos ler a Bíblia para evitarmos entrar em contato com esse tipo de ideia a fim de que elas “não nos influenciem” a nós mesmos negarmos a existência do Senhor ou lhe blasfemarmos o nome. Assim como somos capazes de ler descrições de ações pecaminosas sem nos tornarmos escravas delas por esse simples fato, também somos capazes de ver filmes que retratem pecados sem nos tornarmos escravos desses mesmos pecados por causa disso, para tal resultado seria necessário que houvesse submissão voluntária nessa direção (Rm 6:16).

4- Compre seu ingresso de cinema com dinheiro ganho sem precisar transgredir a lei de Deus. Ou seja, além de não ganhar seu dinheiro com criminalidade e/ou pecados em geral (especialmente roubo e mentira, os mais comuns em relação a esse tema), lembre-se de ordenar a sua vida no ritmo de seis dias de trabalho e tendo o sábado do sétimo dia de descanso, conforme a ordem do Senhor que criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo (Ex 20:8-11), e então desfrute do que seu dinheiro pode te oferecer para a glória do Deus vivo.

5- No cinema se retrata tudo (ou quase tudo) o que é humano. Hollywood também tem sua visão sobre família, sendo essa uma área extremamente complexa da nossa existência. Existem muitas dinâmicas potencialmente complicadas nas relações familiares e o cinema explora isso com grande apelo emocional e social. Além disso, a superação de valores tradicionais é uma faca de dois gumes que é muito complexa de ser avaliada nesse contexto aqui. Por um lado, é óbvio que nenhuma família ou nenhum conjunto de valores ou relacionamentos familiares é absolutamente ideal em todas as suas manifestações, de forma que frequentemente podemos e devemos ir além das tradições familiares em nossa busca por identidade e liberdade. Ainda assim, a total rejeição de tudo o que é “tradicional” pode fazer com que pessoas rejeitem o próprio fundamento da civilização em troca de uma busca por libertinagem irrestrita em torno da satisfação do egoísmo natural do pecador cuja malícia lhe “subverte” (Pv 13:6). A dinâmica social em torno desses temas é ampla e devemos estar alertas para que as filosofias, práticas e ideais de uma indústria que visa acima de tudo o lucro não venham a bagunçar o fundamento de nossa sobrevivência, convivência, respeito e amor no contexto familiar.

6- Quando for ao cinema tente vencer uma espécie de ciclo vicioso no qual muitos caem que é o de se empanturrar de “porcarias” que lhe enchem o estômago enquanto o filme enche a sua mente. Talvez você devesse levar petiscos e bebidas o mais saudáveis possíveis para curtir a sessão escolhida para a glória de Deus (1 Co 10:31). Lembrando que o próprio Supremo Tribunal Federal do país já decidiu que você pode levar para dentro do cinema o que você quiser comer sem precisar comprar lá o que lhe apetecer.

7- O cinema é uma arte que envolve fortemente a questão da imagem e, sendo assim, é natural que a exploração da beleza e sensualidade de atores e atrizes seja um dos principais chamarizes dessa poderosa indústria. Antes de rejeitar o cinema como culpado por gerar o “pecado sexual”, porém, deve ser fácil entender que as dificuldades humanas com a sexualidade não dependem desse tipo de mecanismo de propagação para existir. O livro de Gênesis é recheado de histórias de promiscuidade e pecado sexual nível “hard core”. Naquela época o mundo ainda estava muito longe de conhecer a sétima arte, mas já era expert em transgressão do sétimo mandamento da lei de Deus (Ex 20:15). Obviamente que precisamos cuidar com a excitação de nossa natureza carnal em torno do tema (Mt 5:28), mas isso não é um problema somente para quem vai ao cinema, mas também para quem vai à praia ou ao centro da cidade, ou a uma festa de familiares e amigos, ou a quem vê televisão ou acessa a internet. Em resumo, a sexualidade é um “problema” de quem está vivo no planeta terra, independentemente do cinema. Glorificar a Deus na sexualidade é um desafio para todos.

8- A glamourização da parte do cinema da violência ou de estilos de vida desordenados de uma forma geral (uso de drogas lícitas ou ilícitas, aceitação do roubo, da mentira, do adultério, da zombaria e de muitas espécies de males) é um retrato vívido da decadência do ser humano. Somos uma raça que aparentemente se orgulha de sua própria miséria. Essa realidade (aliada àquela descrita no terceiro ponto) é a mais forte razão para que o cinema perca seu brilho e encanto na vida do cristão. Ainda que não precisemos e nem devamos atribuir à ida ao cinema o status de ”pecado” (cf. Rm 4:15), sabemos que não há comunhão entre o certo e o errado (2 Co 6:15). Obviamente, também é verdade que nada é tão simples que não possa ser complicado. A Bíblia é um livro CHEIO de descrições de violência, imoralidade sexual, traição e maldades geral. Como um exemplo simples desse tipo de enredo na Bíblia eu proponho uma ilustração (saibam de antemão que sou péssimo em ilustrações, mas de vez em quando eu tento ilustrar... rsrs). Se tornássemos passagens bíblicas em filmes, uma das principais produções de toda a história se chamaria “a hora do poder das trevas”, um filme de terror estrelando Jesus Cristo, torturado e morto numa cruz (cf. Lc 22:53)! Se as pessoas não pudessem ir ao cinema pela necessidade de se afastarem de “ter comunhão” com quaisquer histórias violentas e negativas e ruins, elas deveriam enxergar que a Bíblia, mais cedo ou mais tarde, deverá ser tomada como um livro impróprio por gerar imaginações e contato com histórias que descrevem profundo pecado e maldade em amplas direções. As pessoas podem ir ao cinema para a glória de Deus tanto quanto podem ler a Bíblia para a glória de Deus, sempre buscando em tudo discernir a natureza essencial do que é negativo (Hb 5:14) para poder aprender a vencer o mal com o bem (Rm 12:21).

9- Algumas pessoas defendem que é impossível “glorificar a Deus no cinema” pelo fato de que essa indústria vive da “mentira” ou “ficção”. Antes de dar um cheque mate no cinema em nome dessa situação, quem assim argumenta deveria admitir que a Bíblia contém “ficção”, rejeitaremos a ela também? Juízes 9:8-15 fala das árvores decidindo qual delas deveria reinar entre elas, Lucas 16:19-25 retrata uma conversa envolvendo pessoas que já morreram, as parábolas do Antigo e Novo Testamentos contam histórias irreais com aplicações espirituais diversas. A ficção faz parte da vida humana em inúmeros contextos e não deve ser rejeitada simplesmente por “representar” a realidade. A fantasia pode ser um problema para pessoas muito imaginativas e pouco práticas, especialmente diante de quadros de fragilidade ou patologia psicológica, mas mais uma vez o problema não é o cinema em si, mas a fraqueza humana de tais e tais pessoas. Recomendo a realidade acima da ficção, sempre, mesmo porque frequentemente a vida supera a arte, mas a representação da vida faz parte da arte e pode ensinar muitas coisas a quem esteja disposto a aprender.

10- Deus é glorificado no cinema quando seu povo avalia qualquer conteúdo nele veiculado à luz de sua Palavra (Jo 17:17) e faz disso um exercício para se tornar mais e mais seletivo e consciente em relação a toda mídia que consome em todo e qualquer ambiente ou circunstância ou momento de sua peregrinação neste mundo, tudo para louvor da graça de Deus em Cristo Jesus (Ef 1:3-6)!

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domingo, 22 de janeiro de 2017

A salvação na última crise da terra (sermão em áudio)

Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos. (Apocalipse 13:10)

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O livro do Apocalipse, em especial no capítulo 13, profetiza uma grande crise sobre a face da terra. Esse fato por si só simplesmente gera medo e ansiedade nas pessoas, mas a revelação não nos foi dada com esse objetivo. Nessa mensagem estudaremos sobre a salvação na última crise da terra, venha ela quando vier.


Graça e paz!

Apocalipse 13

Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés como de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade. Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou, seguindo a besta; e adoraram o dragão porque deu a sua autoridade à besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem pode pelejar contra ela? Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber, os que habitam no céu. Foi-lhe dado, também, que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação; e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça. Se alguém leva para cativeiro, para cativeiro vai. Se alguém matar à espada, necessário é que seja morto à espada. Aqui está a perseverança e a fidelidade dos santos. Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens. Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta. A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. Aqui está a sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis.

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sábado, 22 de outubro de 2016

Decepcionados com Deus: 1844 e além (Sermão em áudio)

"Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado"
(Daniel 8:14)

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Nessa mensagem eu exploro a profecia das 2.300 tardes e manhãs e questões relativas às decepções que as pessoas têm em relação àquilo que elas gostariam que Deus fizesse, mas não faz. Espero que essa mensagem seja relevante para a edificação da igreja. Essa mensagem foi pregada no dia 22 de outubro de 2014 na igreja da Asa Branca, Porto Alegre-RS.

Faça o Download dessa mensagem aqui!!!

Graça e Paz!

Daniel 8

No ano terceiro do reinado do rei Belsazar, eu, Daniel, tive uma visão depois daquela que eu tivera a princípio. Quando a visão me veio, pareceu-me estar eu na cidadela de Susã, que é província de Elão, e vi que estava junto ao rio Ulai. Então, levantei os olhos e vi, e eis que, diante do rio, estava um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia. Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos; dirigiu-se ao carneiro que tinha os dois chifres, o qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o seu furioso poder. Vi-o chegar perto do carneiro, e, enfurecido contra ele, o feriu e lhe quebrou os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir; e o bode o lançou por terra e o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele. O bode se engrandeceu sobremaneira; e, na sua força, quebrou-se-lhe o grande chifre, e em seu lugar saíram quatro chifres notáveis, para os quatro ventos do céu. De um dos chifres saiu um chifre pequeno e se tornou muito forte para o sul, para o oriente e para a terra gloriosa. Cresceu até atingir o exército dos céus; a alguns do exército e das estrelas lançou por terra e os pisou. Sim, engrandeceu-se até ao príncipe do exército; dele tirou o sacrifício diário e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. O exército lhe foi entregue, com o sacrifício diário, por causa das transgressões; e deitou por terra a verdade; e o que fez prosperou. Depois, ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do sacrifício diário e da transgressão assoladora, visão na qual é entregue o santuário e o exército, a fim de serem pisados? Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. Havendo eu, Daniel, tido a visão, procurei entendê-la, e eis que se me apresentou diante uma como aparência de homem. E ouvi uma voz de homem de entre as margens do Ulai, a qual gritou e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. Veio, pois, para perto donde eu estava; ao chegar ele, fiquei amedrontado e prostrei-me com o rosto em terra; mas ele me disse: Entende, filho do homem, pois esta visão se refere ao tempo do fim. Falava ele comigo quando caí sem sentidos, rosto em terra; ele, porém, me tocou e me pôs em pé no lugar onde eu me achava; e disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira, porque esta visão se refere ao tempo determinado do fim. Aquele carneiro com dois chifres, que viste, são os reis da Média e da Pérsia; mas o bode peludo é o rei da Grécia; o chifre grande entre os olhos é o primeiro rei; o ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele, significa que quatro reinos se levantarão deste povo, mas não com força igual à que ele tinha. Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, levantar-se-á um rei de feroz catadura e especialista em intrigas. Grande é o seu poder, mas não por sua própria força; causará estupendas destruições, prosperará e fará o que lhe aprouver; destruirá os poderosos e o povo santo. Por sua astúcia nos seus empreendimentos, fará prosperar o engano, no seu coração se engrandecerá e destruirá a muitos que vivem despreocupadamente; levantar-se-á contra o Príncipe dos príncipes, mas será quebrado sem esforço de mãos humanas. A visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira; tu, porém, preserva a visão, porque se refere a dias ainda mui distantes. Eu, Daniel, enfraqueci e estive enfermo alguns dias; então, me levantei e tratei dos negócios do rei. Espantava-me com a visão, e não havia quem a entendesse.

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sábado, 11 de junho de 2016

O sexo que agrada o cônjuge e a música que agrada a Deus (sermão em áudio)

"Porque o SENHOR tem piedade de Sião; terá piedade de todos os lugares assolados dela, e fará o seu deserto como o Éden, e a sua solidão, como o jardim do SENHOR; regozijo e alegria se acharão nela, ações de graças e som de música." 
(Isaías 51:3)

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Nessa mensagem eu exploro dois temas complicados entre alguns cristãos. A questão da sexualidade e a questão da música. Meu desejo é esclarecer que tais temas são presentes na Bíblia e são importantes, mas existem limites em sua compreensão e aplicação em cada caso particular. Muitas questões a respeito dos dois assuntos são deixados à consciência de cada pessoa e não são objeto de revelação específica.
 Isso indica que os cristãos não devem forçar seu entendimento específico sobre tais realidades indiscriminadamente, pois Deus não colocou tal encargo sobre nenhum ser humano.


Graça e Paz!!!

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quarta-feira, 4 de maio de 2016

A unidade da igreja e a diversidade de opiniões

"...a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste..." (João 17:21)

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A unidade da igreja, pela qual Cristo orou, é uma das questões mais sensíveis num mundo cristão dividido de inúmeras formas. Nessa mensagem exploro a questão da unidade da igreja à luz da diversidade de opiniões sobre tantas coisas entre seus líderes e membros. Espero que essa mensagem seja veículo de edificação de todos os que a ouvirem.


Graça e Paz!

João 17

Tendo Jesus falado estas coisas, levantou os olhos ao céu e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti, assim como lhe conferiste autoridade sobre toda a carne, a fim de que ele conceda a vida eterna a todos os que lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer; e, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo. Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, tu mos confiaste, e eles têm guardado a tua palavra. Agora, eles reconhecem que todas as coisas que me tens dado provêm de ti; porque eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam, e verdadeiramente conheceram que saí de ti, e creram que tu me enviaste. É por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus; ora, todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e, neles, eu sou glorificado. Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura. Mas, agora, vou para junto de ti e isto falo no mundo para que eles tenham o meu gozo completo em si mesmos. Eu lhes tenho dado a tua palavra, e o mundo os odiou, porque eles não são do mundo, como também eu não sou. Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles não são do mundo, como também eu não sou. Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade. Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim. Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu; eu, porém, te conheci, e também estes compreenderam que tu me enviaste. Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja.

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terça-feira, 3 de maio de 2016

O Homossexualismo é um sinal do fim do mundo?

"Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação." 
(Levítico 18:22)
Sempre que o movimento LGBT busca afirmar sua ideologia e práticas em meio a uma sociedade majoritariamente heterossexual, surgem polêmicas e questões diversas.
Os mais politizados estão ouriçados com a situação atual do Brasil e dizem que tudo é culpa dos "esquerdopatas", referindo-se à comunhão entre partidos políticos de esquerda e a defesa incondicional de minorias como os homossexuais, por exemplo. Já entre os mais religiosos, frequentemente se aponta que o crescimento da homossexualidade, que segundo me consta atinge menos de 10% da população mundial, é uma forma de profecia sobre o fim do mundo.

O ponto é que regulamentos sociais ou religiosos sobre homossexualidade são muito antigos, mesmo na Bíblia, que trata do tema explicitamente no livro de Levítico, escrito há cerca de 3.500 anos atrás... Aparentemente, então, fim do mundo começou há muito tempo atrás! 
Obviamente não faria sentido haver regulação de um "problema" inexistente, mostrando que a homossexualidade era objeto de preocupação do povo de Deus desde "sempre", não apenas no fim de todas as coisas. Só se combate uma situação que existe, haja visto o silêncio absoluto da Bíblia a respeito da relevantíssima necessidade de impeachment de uma presidente por "pedaladas fiscais" que quebram um país economicamente (alguns acrescentariam que a Palavra de Deus nada diz a respeito desse ponto específico mas "deveria"). A Bíblia nada fala sobre impeachment (muito menos sobre um fantasioso golpe) em um estado democrático de direito, pois tal sistema de coisas não fazia parte da realidade do mundo no momento de sua produção, apesar do mandamento "não furtarás" já estar cravado nas tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus há milênios.
Mas voltando ao tema do post, a disney está sofrendo influência e pressão da comunidade LGBT para tornar um de seus sucessos recentes em representante da causa homossexual, mas isso não é exata e necessariamente o fim o mundo, talvez seja apenas o começo de um monte de mi mi mi.
Enquanto isso, o amor continua a se esfria de "quase todos" (Mt 24:12), menos dos verdadeiros discípulos de Jesus (Jo 13:34-35).
Graça e Paz!

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sábado, 23 de abril de 2016

Cuidado com a aparência do bem (sermão em áudio)

"Abstende-vos de toda aparência do mal"
1 Tessalonicenses 5:22

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Nesse sermão eu exploro a lógica de 1 Tessalonicenses 5:22 ao contrário. Ao invés de falar do "mal", porém, eu falo do potencial negativo da "aparência do bem", coisa com a qual a maioria das pessoas não se preocupa. Espero que esse sermão seja útil para a edificação da igreja


Graça e Paz!

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